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ARC Raiders: novo looter-shooter mistura retrofuturo, PvPvE e desafio extremo

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ARC Raiders chegou no fim de outubro prometendo revirar o gênero de extraction shooter. Produzido pela Embark Studios, comandada por Patrick Söderlund (ex-EA/DICE), o título gratuito aposta em máquinas colossais, estética retrofuturista e partidas imprevisíveis.

Apresentado no The Game Awards 2021, o projeto passou por testes fechados entre 2024 e 2025 até ganhar a forma definitiva: um looter-shooter cooperativo em terceira pessoa, mas com forte camada PvPvE. O estúdio utilizou ferramentas de inteligência artificial para acelerar tarefas técnicas e criar vozes secundárias, mantendo a direção criativa humana.

ARC Raiders entrega combate frenético e loot disputado

No game, equipes de até três jogadores caem em mapas extensos, enfrentam robôs controlados por IA e, ao mesmo tempo, competem com outros grupos pelo saque. A imprevisibilidade faz cada incursão parecer única; basta um inimigo escondido para arruinar uma missão inteira.

Quem prefere encarar tudo sozinho encontra uma experiência ainda mais tensa: qualquer erro custa todo o equipamento capturado. Já em trio há maior margem de manobra, mas também cresce a chance de duelos diretos e emboscadas na zona de extração. Coordenação por voz e divisão de funções viram requisitos básicos.

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O arsenal inclui metralhadoras, rifles, pistolas e peças raras com efeitos especiais. Mesmo armas comuns podem ser letais após upgrades aplicados na base, desde que o jogador invista materiais como metal e componentes mecânicos reunidos durante as partidas.

Economia complexa e curva de aprendizado longa

Além do tiroteio, ARC Raiders obriga a entender um sistema econômico denso. Recursos coletados viram melhorias de armas, construções na base e desbloqueio de habilidades. Guias externos e vídeos se tornaram aliados de muitos usuários, já que o jogo explica pouco de forma direta.

Os pontos de skill não podem ser redistribuídos sem resetar a personagem, decisão que levaria à perda de parte do progresso. Por isso, planejar cada investimento é crucial para não ficar atrás na corrida por equipamentos de ponta.

Performance sólida nas consoles, porém sem 120 Hz

Nos consoles atuais, ARC Raiders apresenta visual polido, mapas ricos em detalhes e áudio posicional de alta qualidade. O som ambiente — disparos ao longe, vento, passos inimigos — ajuda na imersão e avisa sobre ameaças próximas.

Entretanto, jogadores de PlayStation 5 Pro ainda sentem falta de um modo a 120 Hz, já disponível no PC, o que gera vantagem de fluidez para quem joga no computador. A comunidade aguarda atualização que libere a taxa de quadros maior.

ARC Raiders, enfim, mostra personalidade própria dentro do gênero. Se a proposta difícil combina com seu estilo, vale conferir e compartilhar suas impressões lá no OrdemGeek. Vai encarar essa luta retrofuturista?

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