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Diretor de animação rebate rumores de IA na curta de Marathon

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Alberto Mielgo decidiu falar alto e claro sobre a polêmica que rondava a curta de Marathon há meses. Nas redes sociais, o diretor espanhol foi direto: o filme de quase dez minutos não usou nenhuma linha de código de inteligência artificial.

Segundo ele, cada frame resultou do esforço de uma equipe humana gigante. Foram 155 profissionais envolvidos em pintura, animação 2D e 3D, composição e renderização, somando incontáveis horas de trabalho manual.

Curta de Marathon: bastidores revelam trabalho artesanal

O estopim da discussão surgiu quando internautas passaram a questionar a autenticidade das imagens da curta de Marathon. Comentários apontavam supostos traços de IA, algo que, para Mielgo, não faz sentido.

Para encerrar a dúvida, o artista publicou um texto em seu Instagram oficial. Lá, reforçou que a obra foi inteiramente criada por pessoas, destacando o “calcanhar de Aquiles” de qualquer produção artesanal: o tempo consumido pelo processo.

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“Tudo o que vocês veem foi feito à mão”, escreveu. Ele detalhou que a animação passou por etapas tradicionais, desde esboços em papel até modelagem 3D, sem recorrer a algoritmos generativos. O diretor ainda comentou que não possui posição definitiva sobre a IA na arte, mas defende que criatividade humana não é substituível.

155 profissionais, meses de produção e zero IA

A equipe da curta de Marathon incluiu ilustradores, animadores, compositores, designers de som e especialistas em efeitos visuais. Não foi revelado o número exato de meses de produção, porém Mielgo indicou que o período foi “infernal” de tão intenso.

Essa estrutura de trabalho explica o resultado rico em detalhes que chamou atenção da comunidade gamer. Ao saber que alguns fãs duvidavam da procedência das cenas, o espanhol sentiu a necessidade de preservar o crédito de cada membro da equipe.

O que muda para o mercado de animação?

A declaração de Mielgo reforça um debate já aquecido no setor: a fronteira entre arte feita por pessoas e conteúdo gerado por máquinas. Investidores e estúdios observam de perto a forma como o público reage quando há suspeita de uso de IA.

Nos bastidores, produtores afirmam que a explicação pública do diretor ajuda a valorizar processos tradicionais e a dar visibilidade aos artistas envolvidos. Para quem acompanha o tema no OrdemGeek, fica o lembrete: questionar é válido, mas reconhecer o esforço humano por trás de uma produção também.

Interessado na história completa? A declaração oficial está disponível no perfil do diretor no Instagram, acessível para qualquer curioso sobre a curta de Marathon.

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