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Resident Evil Requiem deixa multiplayer de lado e foca no terror clássico

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Quem aguardava uma experiência totalmente online em Resident Evil Requiem vai precisar mudar de expectativa. O projeto, iniciado em 2019, nasceu como um game multiplayer de mundo aberto, mas acabou retornando às raízes do survival horror por decisão da equipe da Capcom.

Masato Kumazawa, produtor responsável, explicou que a versão online até era divertida, porém não entregava sustos nem tensão. Para agradar a comunidade, o time preservou apenas alguns elementos do conceito original e reconstruiu tudo em torno de uma campanha solo.

Resident Evil Requiem mantém traços do conceito online

Kumazawa confirmou que “alguns elementos” do protótipo multijogador seguem presentes, embora em nova forma. Ele não detalhou quais mecânicas sobreviveram, mas garantiu que a identidade principal volta a ser o medo constante — pedido número um dos fãs.

A decisão ocorreu após testes internos. De acordo com o produtor, o terror ficava “muito leve” no formato aberto. Ainda assim, os desenvolvedores se afeiçoaram ao design original e buscaram um meio-termo, criando uma estrutura single-player que aproveita o que deu certo sem comprometer o clima de tensão.

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Para quem acompanha a franquia desde os anos 90, a notícia soa familiar: outras entradas também flertaram com o multiplayer, mas foi o estilo solo que consolidou a série. A Capcom, portanto, aposta novamente na fórmula que consagrou Resident Evil.

O que esperar da nova aventura

Requiem chega em 27 de fevereiro de 2026, data já marcada no calendário dos fãs. Até o momento, não há detalhes sobre plataforma ou enredo, mas a promessa de sustos e escassez de recursos — marcas do survival horror — está mantida. Listamos os pontos confirmados:

  • Campanha totalmente single-player;
  • Alguns traços do antigo modo online adaptados;
  • Terror e sobrevivência como foco central.

A equipe reforça que não se trata de “apenas trocar skins e personagens”. O objetivo é oferecer algo fresco dentro do espírito da série, sem diluir o medo que define Resident Evil.

Lançamento em 2026 marca sete anos de produção

Com início dos trabalhos em 2019, Resident Evil Requiem completará praticamente sete anos de desenvolvimento quando chegar às lojas. Esse ciclo longo indica o esforço da Capcom para calibrar a experiência ideal entre inovação e tradição.

No comunicado divulgado ao portal Press-Start, Kumazawa mostrou confiança de que o resultado final agradará aos veteranos e aos recém-chegados. A visão é clara: entregar um jogo “muito divertido de jogar”, mas, sobretudo, capaz de fazer o jogador olhar por cima do ombro.

A OrdemGeek seguirá acompanhando cada atualização até fevereiro de 2026. Fique de olho para não perder novos detalhes sobre cenários, criaturas e plataformas.

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