O aguardado trailer do live-action de Moana chegou às redes e, em poucos minutos, incendiou a conversa entre fãs da Disney. Em vez de celebração, o que se viu foram comparações com o longa animado de 2016, apontando um uso exagerado de efeitos digitais.
De acordo com comentários no X e no YouTube, o mar cristalino, as montanhas tropicais e até o céu exibem um brilho artificial que, segundo o público, faz o filme parecer outra animação, só que com atores de carne e osso inseridos depois na pós-produção.
Primeiras impressões do trailer do live-action de Moana
O principal alvo das queixas é justamente o ponto que deveria diferenciar o novo longa: o realismo. Internautas afirmam que a água e as ilhas parecem saídas de um videogame de última geração, não de tomadas gravadas em locações reais. Como consequência, os atores acabaram soando deslocados, quase recortados sobre fundos 100% computadorizados.
Personagens coadjuvantes reforçam essa sensação. A galinha Hei Hei, por exemplo, mantém o visual cartunesco e contrasta com o restante do elenco humano, alimentando dúvidas sobre o rótulo “live-action”. Até mesmo o cabelo da protagonista foi alvo de comparação: menos volumoso e com cachos suavizados, o novo penteado despertou a percepção de que a heroína perdeu parte de sua identidade visual.
Nos fóruns de cinema, a dúvida é direta: se o longa entrega a mesma estética da animação, porém com doses extras de CGI, qual seria o motivo de refilmar a história? Para muitos, bastaria rever a produção original no Disney+ e encerrar o assunto.
Imagem: Adolfo Soares
Críticas ao excesso de CGI e escolha de elenco
Apesar das reclamações sobre o visual, Catherine Lagaʻaia conquistou boa parcela do público. Muitos usuários elogiaram o carisma da atriz e disseram que ela “nasceu para o papel”, minimizando a preocupação com o cenário digital. Ainda assim, o sentimento geral indica que o estúdio precisa convencer a audiência de que existe algo realmente novo na adaptação.
Entre elogios e dúvidas
Também houve quem defendesse o projeto, lembrando que o trailer costuma concentrar cenas mais chamativas e que o corte final pode equilibrar melhor elementos práticos e computação gráfica. Além disso, a trilha sonora, assinada novamente por Lin-Manuel Miranda, recebeu comentários positivos e serviu de alento para os mais céticos.
A Disney não comentou as críticas até o momento, mas o debate segue acalorado. Se você curte acompanhar cada atualização, o OrdemGeek continuará de olho em novas prévias e reações. E você, acredita que o estúdio vai ajustar o visual ou prefere rever a animação clássica?
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